Allyson Bezerra é hoje o favorito ao governo do Rio Grande do Norte. Lidera todas as pesquisas. Dispara um ano antes da eleição. O prefeito de Mossoró virou o fato político do estado.
Tem imagem leve, fala simples e sabe se comunicar. É candidatíssimo ao governo. Pelas pesquisas, o povo gosta de seu estilo.
Mas o desafio de Allyson é gigante: segurar a campanha no debate local, sem cair na polêmica ideológica. A esquerda vai tentar pintá-lo de “bolsonarista”. A direita, de “isentão”.
Conta com o apoio da senadora Zenaide Maia, do PSD, e ainda avalia se continua no União Brasil. Até abril precisa decidir o rumo.
Hoje, Allyson não é de esquerda nem de direita. É pragmático. Fala de gestão, resultado e trabalho. Mas política é um jogo imprevisível, a partida da disputa estadual é pesada e nem começou.
Terá que deixar a prefeitura em abril, passando o bastão ao vice Marcos Medeiros, seu homem de confiança. Mesmo assim, todo mundo sabe: quando o chefe sai, o poder muda de órbita.
Allyson está em alta. O relógio corre, os adversários dormem e ele segue "tranquilo". Lembrando que a eleição é em outubro do próximo ano, não adianta liderar até setembro.
Gustavo Negreiros
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